Valor compartilhado: o legado construído em conjunto

Na Serra do Espinhaço, biodiversidade, cultura, turismo e comunidades mostram que o futuro da mineração se constrói em conjunto

Por Conexão Mineral 19/08/2026 - 12:22 hs
Foto: Anglo American

Há lugares que não podem ser compreendidos por uma única perspectiva. A Serra do Espinhaço, em Minas Gerais, é um deles. Entre montanhas, nascentes, cachoeiras e áreas de rica biodiversidade, vivem comunidades que preservam saberes, tradições e formas próprias de se relacionar com o território. É uma região marcada por múltiplas riquezas e por diferentes vocações que se complementam.

É nesse contexto que se insere o sistema Minas-Rio. Para a Anglo American, estar presente significa reconhecer que a mineração faz parte de uma realidade maior do que a própria operação. Significa ouvir as pessoas, valorizar patrimônios, apoiar oportunidades e contribuir para que o desenvolvimento do território seja construído de forma compartilhada e duradoura.

A conexão com a região parte do entendimento de que uma mineração responsável precisa caminhar ao lado das pessoas, do meio ambiente, da cultura e da economia local. Esse compromisso se traduz em iniciativas que buscam fortalecer aquilo que torna o território único e ampliar suas perspectivas de futuro.

“Na Anglo American, falamos muito sobre excelência. E, para mim, excelência é alcançar bons resultados da forma correta: com segurança, disciplina e sustentabilidade, compreendendo que o desempenho da nossa operação também depende da qualidade das relações que construímos e do valor que geramos para o território”, afirma Ana Sanches, CEO da Anglo American no Brasil.


Na Serra do Espinhaço, essa visão ganha forma por meio de ações de conservação ambiental, valorização cultural e fortalecimento das potencialidades locais. A empresa mantém áreas protegidas que contribuem para a preservação da biodiversidade e das nascentes da região, ao mesmo tempo em que apoia iniciativas voltadas à recuperação ambiental e à produção de conhecimento científico sobre um dos territórios mais ricos do país.


Conhecer e preservar o território também significa valorizar sua história. Em Conceição do Mato Dentro, a Estação Ciência da Anglo American aproxima moradores e visitantes dos saberes tradicionais, da biodiversidade e da arqueologia regional, enquanto iniciativas culturais e educativas ajudam a fortalecer a conexão das comunidades com sua própria identidade.

Essa valorização da memória se conecta naturalmente ao turismo e ao patrimônio cultural. Ao lado de parceiros públicos e privados, a Anglo American apoia iniciativas que buscam fortalecer a atratividade da Serra do Espinhaço, promovendo suas paisagens, tradições, gastronomia e referências históricas. A Estrada Cênica da Cordilheira do Espinhaço, a Rota das 10 Cachoeiras e a restauração da Estátua do Juquinha são exemplos de ações que ajudam a preservar símbolos locais e ampliar oportunidades associadas ao turismo.

A geração de renda também faz parte dessa construção. Por meio do Programa Crescer, produtores rurais, profissionais do turismo, empreendedores e jovens recebem apoio para fortalecer suas atividades e desenvolver novas capacidades. Já foram investidos R$ 24,5 milhões investidos e mais de 1.500 empregos apoiados. Entre os resultados, estão aumentos na renda média dos participantes de até 86%, dependendo da frente de atuação. Mais do que resultados econômicos, a iniciativa busca criar condições para que conhecimentos, negócios e oportunidades permaneçam no território ao longo do tempo.

A mesma lógica orienta programas de investimento social e voluntariado que apoiam projetos desenvolvidos a partir das necessidades e prioridades apontadas pelas próprias comunidades. O objetivo é fortalecer iniciativas locais e ampliar sua capacidade de gerar impacto positivo de forma sustentável.

Somente em 2025, a Anglo American investiu R$ 73 milhões em iniciativas sociais e institucionais na região do Minas-Rio, abrangendo áreas como educação, saúde, cultura, turismo, esporte, mobilidade e meio ambiente. Mais do que o volume de recursos, o legado está na capacidade de fortalecer iniciativas que permanecem, impulsionar vocações locais e ampliar oportunidades para que as comunidades prosperem com cada vez mais autonomia.

“Buscamos contribuir, ao lado das comunidades, do poder público e de outros atores da sociedade, para que a atividade mineral se some à proteção ambiental, ao fortalecimento das capacidades locais e à geração de oportunidades duradouras. Esse é um compromisso que exige diálogo, transparência, aprendizado contínuo e visão de longo prazo”, explica Ana Cunha, diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Anglo American no Brasil.

A sustentabilidade exige compreender o território em sua totalidade e reconhecer as conexões entre suas diferentes dimensões. Mais do que gerar resultados durante o ciclo de um empreendimento mineral, o setor é chamado a contribuir para que outras atividades econômicas se fortaleçam e para que os territórios ampliem suas perspectivas de futuro.

No Minas-Rio, essa visão se traduz em uma atuação que busca preservar o que torna a região única, fortalecer capacidades locais e apoiar oportunidades que permanecem. Um processo contínuo, construído por meio da escuta, das parcerias e do aprendizado.

Porque o verdadeiro significado de legado não está apenas naquilo que uma empresa deixa em um território, mas naquilo que ajuda a construir junto com ele.

Conheça as iniciativas da Anglo American no Brasil e saiba mais sobre sua atuação nas comunidades onde a empresa está presente: www.angloamerican.com.br









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